Hachikō

27 de dezembro de 2009 - domingo - 23:49h   •   Categoria(s): Cultura japonesa

Texto copiado quase que integralmente do Wikipedia:

Hachikō [rátchiko] (ハチ公) foi um cachorro da raça Akita nascido na cidade de Ōdate, na Prefeitura de Akita, e é lembrado pela sua lealdade pelo dono, que perdurou mesmo após sua morte.
Em 1924 Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante Estação de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume. Ueno sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais retornando à estação onde sempre o esperara Hachikō.
Hachikō foi dado a outra pessoa após a morte de seu mestre, mas ele escapava constantemente, aparecendo diversas vezes em sua antiga casa. Depois de certo tempo, Hachikō aparentemente se deu conta de que o Professor Ueno não mais morava ali. Então tornou a procurar na estação de trem onde o encontrara diversas vezes antes. Dia após dia, em meio aos apressados passageiros, Hachikō esperava pelo retorno de seu amigo.
A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachikō e Professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.
Por 10 anos contínuos Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.
Hachikō morreu em 8 de março de 1935. Seus restos mortais estão em guarda do Museu Nacional de Ciência do Japão em Ueno, Tóquio.

Antes de ir visitar o Japão, em março, eu cheguei a ler a história desse cão, já que não é só de shoppings e gyarus que Shibuya é feita, hehehe.
Logo na saída mais movimentada da estação de Shibuya, há uma pequena praça, com uma estátua em homenagem ao Hachikō.
A visão de rua do Google Maps não consegue “entrar” nessa praça, então a que eu passei no link é a mais próxima que vocês podem ter.
Oooou, tem a foto que eu tirei, euhehe. Além das imagens de internet, é claro… ¬¬
Por que eu resolvi escrever sobre esse assunto? Porque qualquer semelhança com o filme do Richard Gere é mera cópia de uma bela e triste história originada na sociedade japonesa.
Btw, eu não assisti o filme original sobre Hachikō.

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