
Kinkakuji ou Kinkaku-ji (Templo do Pavilhão Dourado) situa-se na cidade de Kyōto, no Japão. Foi construído em 1397, no Período Muromachi, para servir de local de descanso para o shogun Ashikaga Yoshimitsu.
Toda a torre, exceto o andar térreo, é coberto por folhas de ouro puro. No seu telhado, há uma fênix chinesa.
O Kinkakuji é simplesmente um dos pontos obrigatórios pra quem vai passear no Japão.
Eu fui na época da primavera (aliás, já já vai fazer 1 ano que eu e o Doug viajamos pra lá), mas o Kinkakuji fica especialmente bonito durante o inverno, com a neve cobrindo tudo, numa combinação do branco com dourado.

Posts de fevereiro de 2010
Chaveirinhos da Hello Kitty – Kinkakuji
28 de fevereiro de 2010 - domingo - 11:59h • Categoria(s): Cultura japonesa, JapãoBoiley – microwave egg boiler
24 de fevereiro de 2010 - quarta-feira - 21:44h • Categoria(s): Cotidiano, Recomendações... ou não!, heijitsu random postsEu adoro ovo.
Sim, ovo, de galinha, que tem clara e gema e talz, manja?
Aí outro dia eu comprei naquelas lojas que vendem um monte de tranqueira, um fazedor de ovo cozido no micro-ondas. Ou em inglês, Microwave Egg Boiler Cozinheitor Tabajara.
Lindo! Fofo!

Uma das coisas importantes que tem que fazer antes de pôr o ovo pra cozinhar é furar o fundo dele com esse agulhão monstrengo.
3 minutos depois, tchanaaaan!
O bom de fazer no micro-ondas é que você escolhe com precisão o “ponto” do seu ovo. 3 minutos é pra ovo quente, com a gema ainda bem líquida. Depois de algumas tentativas posteriores, descobri que o meu ponto preferido é com 4 minutos, hehe.

Quando eu era criança, eu ouvia dizer que não podia colocar plástico no micro-ondas porque derretia e estragava o recipiente. Mas graças à linda Engenharia de Materiais (huehuehue), muitos tipos de plásticos hoje em dia podem ir ao micro-ondas sim.
Há algum tempo, recentemente, eu ainda ouvi que não se podia colocar metal no micro-ondas porque pega fogo e é perigoso pra burro.
Imagina se eu não fiquei cabreira quando vi isso:
Mas eu estou viva, fiz ovo várias vezes com esse bichinho e meu cérebro não fritou junto.
Fica aí a recomendação pra quem curte ovo cozido ou quente. O único problema é que o bichinho sai quente pra diabo do micro-ondas. Mas quente mesmo!!!
A Evolução da Educação
22 de fevereiro de 2010 - segunda-feira - 22:23h • Categoria(s): PauseAgora que o oba-oba vucu-vucu do Carnaval passou, acho que posso falar de coisa séria e tentar ser “lida”.
Esse texto eu recebi por email. Não sei quem é o autor. Caso saibam, peço por gentileza me avisar, para eu dar os créditos devidamente.
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A EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO
Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia…
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas..
Leiam relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar R$ 5,00 de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender. Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00
( )R$ 40,00
( )R$ 60,00
( )R$ 80,00
( )R$ 100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00. Está certo?
( )SIM
( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00
( )R$ 40,00
( )R$ 60,00
( )R$ 80,00
( )R$ 100,00
7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. (Se você é afrodescendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não
precisa responder)
( )R$ 20,00
( )R$ 40,00
( )R$ 60,00
( )R$ 80,00
( )R$ 100,00
E se um moleque resolve pichar a sala de aula e a professora faz com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.
Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável:
“Todo mundo ‘pensando’ em deixar um planeta melhor para nossos filhos… Quando é que ‘pensarão’ em deixar filhos melhores para o nosso planeta?”
Passe adiante!
Precisamos começar JÁ!
Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive…”
Kanji é fichinha!!
20 de fevereiro de 2010 - sábado - 14:12h • Categoria(s): Japão, NihongoEu acho que posso afirmar, em nome de todos que estudam nihongo, que kanji com certeza é o maior dos nossos problemas ao aprender o idioma.
A minha sensei sempre me fala: “Lia, não é necessariamente imprescindível que você tenha que saber escrever os kanjis. Mas você tem que saber identificá-los.”
Mas o que ela quis dizer é que não é apenas saber ler. Um exemplo é quando você vai escrever em nihongo no computador, e aparece aquele monte de opções pra você escolher um kanji. Saber escolher o correto é ’saber identificá-los’.
E como fazer pra aprender a identificá-los de modo mais rápido e com mais ’segurança’?
A sensei me deu a dica de fazer fichinhas. Ela mesma fez durante o tempo em que foi bolsista no Nihon e disse que eram ótimas pra estudar enquanto se estava no trem ou no metrô por exemplo. A diferença é que lá no Nihon devia ter fichas do tamanho certo, com furos e argola para carregá-las juntas, na bolsa por exemplo.
As minhas… bem… eu tive que adaptar. =)
Na frente, eu colo o kanji impresso.
Atrás eu escrevo o significado do kanji em português, as leituras kun’yomi e on’yomi, e alguns usos comuns.

Pra fazer, eu comprei aquelas fichas pautadas que vendem em qualquer papelaria grande. Corto-as no meio e furo no canto.
Os kanjis, eu imprimo vários em uma folha qualquer.
Por enquanto tem poucas. Quando essa pilha quintuplicar, eu fico feliz. XD
Bom estudo e boa diversão!

Nippon no suteki na todoufuken
16 de fevereiro de 2010 - terça-feira - 23:10h • Categoria(s): Cultura japonesa, JapãoEsse vídeo ficou muito “famoso” entre meus amigos uns 3 anos atrás. Eu passo mal de rir até hoje.
Nele são citadas diversas províncias japonesas, que são usadas como tema para a comédia.
Imagina o quanto eu e o Doug não nos divertimos lembrando desse vídeo quando viajamos para o Japão…
E não é necessário saber nihongo pra assistir. E a parte que você realmente não entender nadica de nada, não é pra entender mesmo. Haha!
Todoufuken = とどうふけん = 都道府県
Segundo o Wikipedia:
“The prefectures of Japan are the country’s 47 subnational jurisdictions: one “metropolis” (都 to), Tokyo; one “circuit” (道 dō), Hokkaidō; two urban prefectures (府 fu), Osaka and Kyoto; and 43 other prefectures (県 ken). In Japanese, they are commonly referred to as todōfuken (都道府県?). Prefectures are governmental bodies larger than cities, towns, and villages.”
A animação sem ser no youtube está neste link:
http://www.fla-navi.com/playf-17.html
Pra quem quiser saber mais sobre as províncias: Wikipedia





