O Castelo de Ōsaka (大阪城 – Ōsaka-jō [ôossaka-jyôo]) é um dos castelos mais famosos do Japão. Encontra-se no distrito mais central da cidade de Ōsaka, no interior do Parque Público do Castelo de Ōsaka (大阪城公園, Ōsaka-jō kōen).


O castelo foi construído entre 1583 e 1598. Ao longo dos séculos de sua existência, foi tomado por clãs adversários (1615), parcialmente destruído por um incêndio causado por um raio (1665), queimado durante conflitos civis (1868) e danificado por bombardeios na II Guerra Mundial (1945), sendo dessa forma reconstruído diversas vezes.
Hoje, o Ōsaka-jō é uma reprodução do edifício original, com adição de elevadores para facilitar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. No seu interior há, na verdade, um museu, onde se conta a história da construção do castelo, da vida dos samurais relacionados a ele e das guerras entre clãs.


No topo do castelo é possível ter uma visão 360° dos arredores.

Categoria: ‘Cultura japonesa’
Chaveirinhos da Hello Kitty – Castelo de Ōsaka
31 de março de 2010 - quarta-feira - 09:39h • Categoria(s): Cultura japonesa, JapãoComentando Livros #37
21 de março de 2010 - domingo - 19:20h • Categoria(s): Comentando Livros, Cultura japonesa, Japão
Título: Minha Vida Como Gueixa – A verdadeira história de Mineko Iwasaki
Autor: Mineko Iwasaki e Rande Brown
Ano: 2002
Descrição: Mineko Iwasaki é a gueixa mais famosa do Japão, mas só agora ficou conhecida no mundo todo. O filme Memórias de uma Gueixa, sucesso de Hollywood, foi inspirado em sua vida. Para escrever a história, o escritor norte-americano Arthur Golden entrevistou Mineko Iwasaki diversas vezes. Ela havia concordado em revelar o fechado universo das gueixas desde que sua identidade fosse preservada, o que não aconteceu. Mineko move um processo contra o autor, pedindo uma indenização milionária. Além disso, ela reclama que o livro não retrata a realidade das gueixas nem da cultura japonesa. “As gueixas não são prostitutas. Não vendem seu corpo, mas sua arte”, protesta Mineko.
Para Mineko Iwasaki, ex-gueixa que foi a principal inspiração para o livro de Arthur Golden, a revolta se deu em forma de um processo que ela move contra o autor e o diretor, por ter sua “privacidade desrespeitada” (…). A verdadeira história, diz ela, está na sua biografia. – Folha de S.Paulo
Memórias de uma Gueixa contou sua história, mas não a que ela queria. Agora, é a vez de Mineko Iwasaki. (…) ‘Minha vida como gueixa’ é supostamente tudo o que o livro de Golden não era: a história de uma gueixa, diretamente da boca dela. – Revista Time
Escala-Lia:
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Comentário: Um dos maiores enganos que as pessoas cometem com relação à cultura japonesa é achar que gueixas são, por definição, prostitutas. É um conceito que, por um motivo infeliz, foi disseminado, tomado como verdade e dará um trabalho danado pra ser tirado da cabeça das pessoas. Conforme a contracapa diz, este livro realmente é uma verdadeira aula sobre a cultura japonesa. Eu tinha uma vaga noção do que era o “emprego” de uma gueixa, mas me deparei com ricos detalhes do dia-a-dia, e percebi que não é um trabalho para qualquer mulher. Não basta simplesmente acordar um belo dia e decidir que se quer ser gueixa. Poucas mulheres são dignas de desempenhar este papel tão importante na cultura e tradições japonesas.
EXILE / ふたつの唇
14 de março de 2010 - domingo - 19:32h • Categoria(s): Cultura japonesa, Japãoふたつの唇 (futatsu no kuchibiru) [futátsu no kutibiru] é o 32º single do EXILE, lançado em 11 de novembro de 2009.
Depois de limpar a baba escorrendo pelo canto da boca, segue a minha avaliação:
Música agradável, gostosa de escutar, envolvente, como o EXILE de sempre. Clipe muito legal, com imagens muito bonitas e cenas bem forçadas. Os meninos lindos como sempre. A voz do Atsushi fazendo minhas pernas bambearem, como sempre. Takahiro causando Adolescente Mode ON em mim, como sempre.
Enfim, perfeitos. ♥
DVD EXILE – The Monster Live Tour 2009
7 de março de 2010 - domingo - 20:01h • Categoria(s): Cultura japonesa, JapãoNo fim do ano passado, alguns colegas japoneses do ジュリオ voltaram pro Japão pra passar lá as festividades. E ele perguntou se alguém queria alguma coisa de lá, mas que fosse algo pequeno e tranquilo pra trazer.
Primeira coisa que eu pensei: DVD da turnê de 2009 do EXILE!!! Hehehe.
Como andou meio difícil de eu e o ジュリオ nos encontrarmos, ele só conseguiu me entregar hoje, no casamento da Sayuri.
Legal dos encartes de CD’s e DVD’s japas é que tem as letras das músicas. Não que eu vá ficar manuseando (porque estraga, hahaha), mas é legal mesmo assim, hehehe.
…E tem fotinhos também, huhuhu.
São 2 discos pro show inteiro.

Acho que não preciso dizer pra vocês que passei mal, né?
No canal da avex network tem vários trechinhos desse DVD. Segue o Someday, basiquíssimo.
Comentando Livros #36
3 de março de 2010 - quarta-feira - 21:12h • Categoria(s): Comentando Livros, Cultura japonesa, Japão, Nihongo
Título: Womandsword – What Japanese words say about women
Autor: Kittredge Cherry
Ano: 1987
Descrição: Womansword is an insightful look at Japanese words concerning women and what they reveal about the status of women in modern Japan. In a collection of short, lively essays, author Kittredge Cherry considers the connotations, usage, and context of several hundred common words and phrases related to female identity, girlhood, marriage, mothering, working, sex, and aging. These Japanese words offer a new perspective on issues that are central to the lives of women everywhere.
We learn, for instance, that an “intruder wife” is one who snags a husband by cooking for him every night, cleaning up for him, and generally coddling him till he realizes he can’t live without her (but who lets him do the actual proposing); that Barbie didn’t sell well in Japan till she was transformed into a cuter, shorter, less glamorous, younger version; that families with no sons to carry on the family name sometimes “adopt” one by marrying their daughter to a man who agrees to take their name, join their household, and generally adapt to their ways; that “honorable bag” (ofukuro) is an affectionate term a son may use to refer informally to his mother; and that people do not usually greet close relatives — even after a long separation — with a hug, but with a bow.
Womansword is a thought-provoking book that paints a vivid picture of contemporary Japanese women, in all their layered and often contradictory roles.
Escala-Lia:
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Comentário: Leram a descrição? Sim, está em inglês porque o livro é em inglês. Mas leiam. Vale a pena. =)
Eu estava zanzando na biblioteca da Fundação Japão quando dei de cara com esse livro e fiquei curiosíssima ao ver do que se tratava. Ele parecia perfeito para quem estava estudando nihongo e conhecia o suficiente da cultura japonesa para que informações superficiais já não fossem mais tão atraentes.
Uma vez um colega do trabalho me disse assim: “Não adianta você aprender um idioma e não querer aprender também sobre a cultura do país, porque o idioma reflete a cultura, na estrutura das palavras, nas expressões que você vai aprender…” Este livro é uma forma de você conhecer como a cultura do povo japonês gerou determinadas palavras relacionadas à mulher, sem precisar estudar o idioma.
O livro não é tão atual, portanto mostra alguns aspectos sociais que já não são tão fortes hoje como eram na época. Mas é uma ótima forma de se ter um overview do que é ser mulher na sociedade japonesa.
A Biblioteca da Fundação Japão fica na Avenida Paulista, 37 – 2º andar – São Paulo. O metrô mais próximo é a estação Brigadeiro, da Linha Verde.





