Tonari No Totoro (となりのトトロ – Meu vizinho Totoro) é um filme de anime japonês feito em 1988, escrito e dirigido por Hayao Miyazaki e produzido pelo Studio Ghibli.
Os trabalhos conhecidos de Miyazaki aqui no Brasil são A Viagem de Chihiro (千と千尋の神隠し – Sen to Chihiro no kamikakushi) e Princesa Mononoke (もののけ姫 – Mononoke-hime).
Esse desenho é considerado um clássico dentro da colônia japa. Todo descendente que foi criado razoavelmente dentro da cultura assistiu Tonari No Totoro quando era criança. E reassistiu depois que cresceu.
Eu particularmente tenho vontade de chorar toda vez que escuto a música tema! =)
História:
Em 1958, um professor universitário muda-se com suas 2 filhas, Satsuki e Mei, para uma casa velha no interior do Japão, numa área rural, para ficar perto do hospital onde sua esposa, mãe das meninas, está se recuperando há muito tempo de uma doença.
Um dia, enquanto brinca ao redor da casa, Mei se depara com uma pequena criatura, que fica invisível assim que percebe que foi vista pela garotinha. Perseguindo este pequeno e estranho ser, Mei acaba por conhecer um Totoro de proporções gigantescas.
Uma coisa de que eu me arrependo é de não ter comprado um Totoro de pelúcia quando viajei pro Nihon. Aqui no Brasil, na Liberdade, até deve ter, mas não é a mesma coisa, né!
Mas o que com certeza não tem por aqui é o quebra-cabeça que eu comprei em Akihabara. =)Ainda não montei, rs…
Quem quiser baixar, tem vários links de torrents aqui. Só não vou conseguir recomendar legenda direito por 2 razões… Uma é que eu resolvi que dessa vez eu quero ver sem legenda, e outra que a maioria das legendas estão sem sincronismo. Mas vocês podem tentar baixar uma delas e ver qual fica certinha.
Não deixem de ver! É muito fofo!
Ps: Eu sei que vocês sabem, mas só pra ter certeza, a pronúncia de Mononoke-hime é [mononokê-himê] e não [mononóqui rími], ok? ^_~
Todaiji ou Tōdai-ji (東大寺 – Grande Templo do Leste) é um templo budista localizado na cidade de Nara, no Japão. O daibutsuden (大仏殿 – Hall do Grande Buda) é a maior construção de madeira do mundo, e abriga o Grande Buda, chamado pelos japoneses de Daibutsu (大仏).
Foi construído no Século VIII. O que impressiona no Todaiji não é só a beleza ou a importância histórica/cultural, mas também o tamanho. Reparem ao fundo, as portas do edifício, e vejam como as pessoas parecem formiguinhas. Dando um zoom somente em uma das portas, dá pra se ter noção da grandeza do lugar. Imagino que todo mundo que visita o Todaiji tenha dificuldades para conseguir mostrar em foto o quão gigantesco é o Daibutsu. Na foto abaixo, estou eu no canto esquerdo e mais 2 pessoas, perto do “muro” branco. Percebem que este muro é mais alto que um ser humano, certo? Notem também a cerquinha de madeira vermelha logo em cima. As medidas do Buda são:
Altura: 14,98 m
Rosto: 5,33 m
Olhos: 1,02 m
Nariz: 0,5 m
Orelhas: 2,54 m
Na época, eu dizia que a mão do Buda devia ser da minha altura, achando que o Buda era tão grande que podia se comparar ao meu extraordinário tamanho. Haha, tolinha… Essa mão deve ter pelo menos o dobro da minha altura! Como eu não achei nenhuma figura que prestasse na internet, eu tirei foto de um desenho que tem no meu guia sobre o Japão, que mostra a estrutura do prédio e do Buda. Lembram do muro branco e da cerquinha vermelha, logo em frente à estátua? Estão vendo também no desenho? Agora dá pra ter uma breve noção do tamanho, né?
Vocês já devem ter visto por aí esses carimbos japoneses, em vermelho, com kanjis estilosos. São os hanko (判子 – はんこ), que são usados no Japão como assinatura.
Sim, no Japão, as assinaturas em documentos e contratos são obrigatoriamente feitas com estes carimbos, ao invés de canetas.
Eles podem ser de 3 tipos: comum para documentos simples, o usado para bancos e transações financeiras e o registrado oficialmente na prefeitura, que identifica legalmente a pessoa.
O primeiro pensamento que deve ter se passado na cabeça de vocês é: e a falsificação? Como prevenir?
Estes carimbos podem ser vendidos em lojas de 100-yen (百円ショップ), milhares deles, só procurando pelo seu de acordo com a ordem alfabética. Logicamente, como são feitos aos montes, os carimbos serão iguais. Este meu, eu justamente comprei em um hyakuen shoppu. Veja como não tem nada de mais no kanji…
O que os japoneses fazem para evitar a clonagem é comprar os hanko em lojas especializadas, podendo ser feitos artesanalmente.
Eu comprei um outro, não me lembro muito bem onde, provavelmente em Kyoto, no Kinkakuji. Este era de madeira, aparentemente entalhado a mão, e custou bem mais caro. O jeito estilizado do kanji também é uma forma de impedir a confecção de uma cópia idêntica.
Nos próximos posts, em algumas fotos (principalmente aquelas relacionadas a assuntos da cultura japonesa), eu vou substituir os 3 sakuras da parte superior à direita pelo carimbo, rs…
O Castelo de Ōsaka (大阪城 – Ōsaka-jō [ôossaka-jyôo]) é um dos castelos mais famosos do Japão. Encontra-se no distrito mais central da cidade de Ōsaka, no interior do Parque Público do Castelo de Ōsaka (大阪城公園, Ōsaka-jō kōen). O castelo foi construído entre 1583 e 1598. Ao longo dos séculos de sua existência, foi tomado por clãs adversários (1615), parcialmente destruído por um incêndio causado por um raio (1665), queimado durante conflitos civis (1868) e danificado por bombardeios na II Guerra Mundial (1945), sendo dessa forma reconstruído diversas vezes.
Hoje, o Ōsaka-jō é uma reprodução do edifício original, com adição de elevadores para facilitar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. No seu interior há, na verdade, um museu, onde se conta a história da construção do castelo, da vida dos samurais relacionados a ele e das guerras entre clãs. No topo do castelo é possível ter uma visão 360° dos arredores.
Título: Minha Vida Como Gueixa – A verdadeira história de Mineko Iwasaki Autor: Mineko Iwasaki e Rande Brown Ano: 2002 Descrição: Mineko Iwasaki é a gueixa mais famosa do Japão, mas só agora ficou conhecida no mundo todo. O filme Memórias de uma Gueixa, sucesso de Hollywood, foi inspirado em sua vida. Para escrever a história, o escritor norte-americano Arthur Golden entrevistou Mineko Iwasaki diversas vezes. Ela havia concordado em revelar o fechado universo das gueixas desde que sua identidade fosse preservada, o que não aconteceu. Mineko move um processo contra o autor, pedindo uma indenização milionária. Além disso, ela reclama que o livro não retrata a realidade das gueixas nem da cultura japonesa. “As gueixas não são prostitutas. Não vendem seu corpo, mas sua arte”, protesta Mineko.
Para Mineko Iwasaki, ex-gueixa que foi a principal inspiração para o livro de Arthur Golden, a revolta se deu em forma de um processo que ela move contra o autor e o diretor, por ter sua “privacidade desrespeitada” (…). A verdadeira história, diz ela, está na sua biografia. – Folha de S.Paulo
Memórias de uma Gueixa contou sua história, mas não a que ela queria. Agora, é a vez de Mineko Iwasaki. (…) ‘Minha vida como gueixa’ é supostamente tudo o que o livro de Golden não era: a história de uma gueixa, diretamente da boca dela. – Revista Time
Escala-Lia: Comentário: Um dos maiores enganos que as pessoas cometem com relação à cultura japonesa é achar que gueixas são, por definição, prostitutas. É um conceito que, por um motivo infeliz, foi disseminado, tomado como verdade e dará um trabalho danado pra ser tirado da cabeça das pessoas. Conforme a contracapa diz, este livro realmente é uma verdadeira aula sobre a cultura japonesa. Eu tinha uma vaga noção do que era o “emprego” de uma gueixa, mas me deparei com ricos detalhes do dia-a-dia, e percebi que não é um trabalho para qualquer mulher. Não basta simplesmente acordar um belo dia e decidir que se quer ser gueixa. Poucas mulheres são dignas de desempenhar este papel tão importante na cultura e tradições japonesas.