Kanji é fichinha!!

20 de fevereiro de 2010 - sábado - 14:12h   •   Categoria(s): Japão, Nihongo

Eu acho que posso afirmar, em nome de todos que estudam nihongo, que kanji com certeza é o maior dos nossos problemas ao aprender o idioma.
A minha sensei sempre me fala: “Lia, não é necessariamente imprescindível que você tenha que saber escrever os kanjis. Mas você tem que saber identificá-los.”
Mas o que ela quis dizer é que não é apenas saber ler. Um exemplo é quando você vai escrever em nihongo no computador, e aparece aquele monte de opções pra você escolher um kanji. Saber escolher o correto é ’saber identificá-los’.
E como fazer pra aprender a identificá-los de modo mais rápido e com mais ’segurança’?
A sensei me deu a dica de fazer fichinhas. Ela mesma fez durante o tempo em que foi bolsista no Nihon e disse que eram ótimas pra estudar enquanto se estava no trem ou no metrô por exemplo. A diferença é que lá no Nihon devia ter fichas do tamanho certo, com furos e argola para carregá-las juntas, na bolsa por exemplo.
As minhas… bem… eu tive que adaptar. =)

Na frente, eu colo o kanji impresso.
Atrás eu escrevo o significado do kanji em português, as leituras kun’yomi e on’yomi, e alguns usos comuns.
Pra fazer, eu comprei aquelas fichas pautadas que vendem em qualquer papelaria grande. Corto-as no meio e furo no canto.
Os kanjis, eu imprimo vários em uma folha qualquer.
Por enquanto tem poucas. Quando essa pilha quintuplicar, eu fico feliz. XD
Bom estudo e boa diversão!

Nippon no suteki na todoufuken

16 de fevereiro de 2010 - terça-feira - 23:10h   •   Categoria(s): Cultura japonesa, Japão

Esse vídeo ficou muito “famoso” entre meus amigos uns 3 anos atrás. Eu passo mal de rir até hoje.
Nele são citadas diversas províncias japonesas, que são usadas como tema para a comédia.
Imagina o quanto eu e o Doug não nos divertimos lembrando desse vídeo quando viajamos para o Japão…
E não é necessário saber nihongo pra assistir. E a parte que você realmente não entender nadica de nada, não é pra entender mesmo. Haha!

Todoufuken = とどうふけん = 都道府県
Segundo o Wikipedia:
“The prefectures of Japan are the country’s 47 subnational jurisdictions: one “metropolis” (都 to), Tokyo; one “circuit” (道 dō), Hokkaidō; two urban prefectures (府 fu), Osaka and Kyoto; and 43 other prefectures (県 ken). In Japanese, they are commonly referred to as todōfuken (都道府県?). Prefectures are governmental bodies larger than cities, towns, and villages.”

A animação sem ser no youtube está neste link:
http://www.fla-navi.com/playf-17.html

Pra quem quiser saber mais sobre as províncias: Wikipedia

SH-RD Protein Cream

14 de fevereiro de 2010 - domingo - 20:13h   •   Categoria(s): Recomendações... ou não!

No dia 20 de setembro de 2009, eu tinha postado sobre o creme SH-RD Protein Cream. Quando eu fui refazer este post para colocá-lo aqui, na “linha do tempo” correta, eu decidi que era melhor eu atualizar com coisas novas, e postar na data de hoje mesmo.
Eu tinha comprado este produto no salão, sem nunca ter ouvido falar dele. Fui bem na conversa da recepcionista mesmo, ela dizendo que era ultra bom, que isso, que aquilo, que adorava e que saiu na revista.
Dei uma lidinha na embalagem, paguei R$ 120,00 e fui pra casa na fé.
Pesquisando sobre ele na internet, o produto chegava a soar milagroso, de tantas promessas que ele dizia fazer: um leave-in que fecha as cutículas do cabelo criando um filme protetor contra qualquer tipo de dano, como vento, sol, cloro e agressões químicas e térmicas. Dizia promover brilho, beleza e maciez e ser indicado para pontas duplas e cabelos porosos.

Depois de quase 5 meses usando-o direto, todos os dias, eu posso afirmar que o produto é realmente muito bom!
A consistência pastosa dele, na primeira vez, me fez pensar que poderia deixar meu cabelo pesado e oleoso. Muito pelo contrário! Ele fica assentado, comportado, muito leve e solto. Justamente por ser pastoso, o produto rende que é uma beleza. Realmente você pega uma pequena quantidade com os dedos, esfrega na palma da mão e distribui no cabelo. A sensação que dá é que ele preenche mesmo a porosidade do fio, tirando aquele aspecto de fragilidade.
E com relação ao rendimento, a foto mostra o quanto eu “já” usei do produto. E olha que tem dia que eu exagero um pouco, passando mais nas pontas, pra elas não ficarem espigando.
Uma coisa engraçada, que eu só notei algum tempo depois, foi que a minha mão ficava cintilante depois que eu usava o creme. Quando fui tirar foto um pouco mais de perto, pra poder mostrar a consistência do produto, eu vi o porquê.

Eclipse Mints

10 de fevereiro de 2010 - quarta-feira - 22:32h   •   Categoria(s): Recomendações... ou não!, heijitsu random posts

Eu e as balas ultra mega fashion que compro na padoca chique perto do trampo…
Não tirei foto com a latinha na mão, mas ela tem uns 8 cm de comprimento.
Adorei essa cor azul, intensa!
Ao contrário da Mirror Mints, essa bala sim é gostosa!
Meus colegas do trampo falam que isso é Viagra, haha!

Chaveirinhos da Hello Kitty – h.Naoto

7 de fevereiro de 2010 - domingo - 16:32h   •   Categoria(s): Cultura japonesa, Japão

No dia 11/10/09, eu postei fotos de um monte de chaveirinhos da Hello Kitty que eu tinha comprado no Japão. Eu cheguei falar sobre os chaveiros de boas vindas e de Shibuya. Depois de muito tempo, estou dando continuação ao assunto…h.Naoto (エイチ・ナオト [eiti naôto]) é um avant-garde fashion designer japonês, cujo estilo de roupas e acessórios é voltado para o punk rock e gótico-lolita (gothic-lolita, gothloli, gosurori).
Hirooka Naoto (廣岡直人) nasceu em 1978, na província de Hyogo. Graduou-se na Bunka Fashion College (Wikipedia) em Tokyo, e em 1999 se juntou à S-inc. e lançou sua própria marca, h.NAOTO, na Primavera de 2000.
Algumas de suas roupas expostas neste site, de onde tirei as fotos abaixo.

Seu trabalho ganhou conhecimento internacional com o vestido usado pela Amy Lee do Evanescence no Grammy Awards de 2004.
Além deste chaveiro, eu comprei uma lapiseira idêntica, e por coincidência, ganhei um outro chaveiro naquelas maquininhas de bolinha de ¥300.