Tag: ‘animais’

Adoro gatos

2 de maio de 2010 - domingo - 17:23h   •   Categoria(s): Lia

Eu não faço a mínima ideia do motivo de eu gostar tanto de gatos.
Nunca tive um gatinho que fosse realmente meu, pois minha mãe nunca deixou. No máximo tinha alguns gatos na granja dos meus avós, quando eu morava com eles, até os 5 anos de idade.
Vida passada? Talvez eu tenha descendência egípcia? Sei lá!

Seguem alguns itens gatísticos aleatórios…:

1. As partes que eu acho mais fofas em gatos são o desenho dos olhos deles quando estão fechados e as suas patinhas.

2. Se um dia você estiver me dando carona, e eu avistar um gato na rua, não repare se eu der um escândalo gritando “Gaaaaaaaaatuuuuuuuuhhh” na sua orelha. Não se assuste, mantenha a calma e não bata o carro, rs.

3. Talvez, um dos gatos mais fofos que eu já vi no youtube foi o Koma, do usuário mumucoma. Adoro gato laranja, adoro orelhas dobradinhas, passo mal com aquelas perninhas curtas e acho sem noção a habilidade dele ficar de pezinho! =)

4. Obviamente, eu visito sempre o I Can Has Cheezburger.

5. Eu acredito seriamente que o destino da humanidade será definida por uma batalha épica.

6. Mas infelizmente, os únicos gatos que eu tenho são os que ficam esquentando a bundinha no conversor da NET.

Seaquarium – Punta Cana

25 de abril de 2010 - domingo - 14:33h   •   Categoria(s): Viagens

O segundo passeio que eu fiz chamava-se Seaquarium.
Não reparem na qualidade de algumas “fotos”. Elas foram printscreenzadas de um vídeo que foi gravado por um profissional durante todo o passeio.

A primeira atividade foi ver a apresentação do leão marinho Wally.
Dentre os diversos truques que ele fazia, tinha bater palmas, cantar, mostrar a força…
Sorrir, mostrar a língua pro treinador…
Dançar, e beijar a boca do treinardor.
Como a cada truque que ele fazia, ganhava um peixe de recompensa, o leão-marinho tinha um bafo, huehe, que eu vou te falar. Meu rosto ficou cheirando peixe mastigado, hoho. Mas essa cara aí de baixo não é de nojo não… É um sorriso malfeito mesmo.
Em seguida fomos para um barco, que nos levou até uma plataforma e ficou estacionado junto dela.

Dessa plataforma, fizemos uma espécie de mergulho com um capacete que alimentava oxigênio através de um tubo que vinha da superfície. O “traje” era só o capacete mesmo.
Antes de descermos pra água, deu um certo medinho mesmo. “E se o capacete subir? E se a água entrar? E se faltar oxigênio?”
Mas não tinha nada disso. O capacete pesava 30 kg fora da água e 8 kg dentro. Era apoiado no ombro e podíamos respirar normalmente, pelo nariz e tal.
Peixes passando na frente da câmera…
Era literalmente uma caminhada no fundo do mar. Tinha corrimão e tal, pra dar mais firmeza pra andar.
Na foto abaixo, é o fim da caminhada, subindo pela escada da plataforma.
Em seguida, coisas básicas tipo aprender a dançar merengue e bachata. A moça negra da frente era uma das guias que estava ensinando pra esse bando de estrangeiro do corpo duro, rs…
E paramos em uma piscina natural.
A água era transparentíssima, no nível da cintura. Debaixo do sol, com a música vindo do barco. Na foto abaixo, um outro guia, distribuindo rum.
Sim, era balada mesmo!! rs…

Dolphin Island – Punta Cana

19 de abril de 2010 - segunda-feira - 12:06h   •   Categoria(s): Viagens

Uma das dicas que eu daria pra quem for pra Punta Cana é: façam passeios. Ok, os passeios são caros – de 120 a 200 USD por pessoa – e acaba aumentando um pouco o valor da grana que você planejava gastar na viagem inteira, mas imagino que ficar 1 semana inteira lesando no hotel não deva valer a pena.
Eu fiz 3 passeios, e digo que valeram cada centavo pago!

O primeiro chamava-se Dolphin Island.
O busão que transporta os participantes do passeio nos levou até uma praia particular, de onde tomamos um lancha rápida até a estrutura onde ficam os golfinhos.
Catamarãs ao fundo, onde estava rolando balada sob o sol, dentro da água.
Uma rede (furada, rs) coqueiros, mar e um barco. Cena altamente clichê, mas que ela existia, existia!
Araras que ficavam soltas no local.
O trajeto de lancha rápida não era muito longo.
Esta foto abaixo mostra a estrutura do que eles chama de “Dolphin Island”, que não é exatamente uma ilha, mas plataformas com piscinas, onde ficam os golfinhos.
Um dos guias do passeio (que só aparece pela metade na foto) andou pela plataforma, literalmente falando oi para os golfinhos, e eles estavam respondendo, acompanhando o moço acenando com as nadadeiras.
Mas essa visita não era só pra ver os golfinhos de longe. Nós interagimos com eles!
Dentro da água, em uma plataforma submersa, nós éramos orientados pelos treinadores a fazer determinados gestos como bater palmas, imitar um maestro de orquestra,  que os golfinhos faziam truques, como nadar de pé jogando água em você ou cantar bem de frente pra você.
Também nadamos junto com eles, e éramos incentivados o tempo todo a fazer carinho conforme eles passavam perto.
A pele dos golfinhos parece de borracha, bem lisa!
E ganhei beijinho!

Na sequência, nadamos em outro “tanque”, onde havia tubarões e arraias.
Como estávamos com esse cinto salva-vidas, não dava pra mergulhar até o fundo. E acredito que fosse realmente proposital, uma vez que os tubarões e as arraias ficavam só no fundo, quietinhos.
Os guias nos disseram que estes tubarões eram vegetarianos (???), que só se alimentavam de algas e coisas microscópicas do mar.
Essa foto foi tirada de fora da água. Nós tínhamos uma câmera subaquática, daquelas de filme, tosquinhas, mas como não conseguimos acabar com todas 27 poses, não dá pra revelar ainda.

Essa foto abaixo é pra mostrar a paisagem típica, com píer e tudo, mas também mostra como o tempo muda lá de repente.
Acordar com chuva não quer dizer que você não deva passar protetor solar, pois o tempo VAI abrir.
E sair pra um passeio com aquele sol de manhã também não significa que você não vá tomar uma chuvinha na cabeça no meio do dia.

Hachikō

27 de dezembro de 2009 - domingo - 23:49h   •   Categoria(s): Cultura japonesa

Texto copiado quase que integralmente do Wikipedia:

Hachikō [rátchiko] (ハチ公) foi um cachorro da raça Akita nascido na cidade de Ōdate, na Prefeitura de Akita, e é lembrado pela sua lealdade pelo dono, que perdurou mesmo após sua morte.
Em 1924 Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante Estação de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume. Ueno sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais retornando à estação onde sempre o esperara Hachikō.
Hachikō foi dado a outra pessoa após a morte de seu mestre, mas ele escapava constantemente, aparecendo diversas vezes em sua antiga casa. Depois de certo tempo, Hachikō aparentemente se deu conta de que o Professor Ueno não mais morava ali. Então tornou a procurar na estação de trem onde o encontrara diversas vezes antes. Dia após dia, em meio aos apressados passageiros, Hachikō esperava pelo retorno de seu amigo.
A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachikō e Professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.
Por 10 anos contínuos Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.
Hachikō morreu em 8 de março de 1935. Seus restos mortais estão em guarda do Museu Nacional de Ciência do Japão em Ueno, Tóquio.

Antes de ir visitar o Japão, em março, eu cheguei a ler a história desse cão, já que não é só de shoppings e gyarus que Shibuya é feita, hehehe.
Logo na saída mais movimentada da estação de Shibuya, há uma pequena praça, com uma estátua em homenagem ao Hachikō.
A visão de rua do Google Maps não consegue “entrar” nessa praça, então a que eu passei no link é a mais próxima que vocês podem ter.
Oooou, tem a foto que eu tirei, euhehe. Além das imagens de internet, é claro… ¬¬
Por que eu resolvi escrever sobre esse assunto? Porque qualquer semelhança com o filme do Richard Gere é mera cópia de uma bela e triste história originada na sociedade japonesa.
Btw, eu não assisti o filme original sobre Hachikō.