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Filmow

17 de fevereiro de 2015 - terça-feira - 11:42h   •   Categoria(s): Cotidiano, Recomendações... ou não!

Vocês já ouviram falar do Filmow, uma “rede social” de filmes? Eu tenho impressão de que ele não é muito conhecido por aí, mas eu tenho conta lá e uso bastante.

Na página inicial, são mostrados filmes estão para estrear nos cinemas, quais já estrearam, além de notícias e alguns destaques.

Na página do seu perfil, aparecem informações do tipo: quantos filmes e séries você já viu, os comentários que você escreveu, quais são seus filmes favoritos.

Dentro das páginas de cada filme, são mostrados elenco, trailer, notícias relacionadas, nota e comentários dos usuários.

Bom, é chamado de rede social porque você pode adicionar as pessoas como amigos. Eu não vejo taaaanta utilidade nisso, mas achei dahora ver quais filmes meus [pouquíssimos, snif...] amigos assistiram e descobrir que gêneros eles mais curtem.

Ah, mas se o bagulho não é muito conhecido e não tem utilidade, qual é a graça nisso, Lia?
Hum, é, a pergunta faz sentido. Bom, vou explicar por que eu sou usuária frequente desse negócio.

Mais filmes vistos
Que eu sou comedora de livros, todo mundo já está calvo de saber. Mas eu percebi, um belo dia, que eu não assisto filmes por hábito ou vício. No modo “normal”, o máximo que eu vou fazer é assistir lançamentos no cinema.
O Filmow me incentiva a ver mais filmes porque gosto de ir lá e clicar em “Já vi”, hahaha!

Saber da existência de outros filmes
Dentro da página de cada filme, além das informações que eu citei anteriormente, também são exibidos outros relacionados (ou que o algoritmo acha que são relacionados, rs), o que é ótimo para você saber da existência de mais filmes. Isso já me ajudou a descobrir algumas preciosidades.

“Será que o filme é realmente ruim ou eu que não entendi?”
As opiniões dos usuários, na sua maioria, parecem ser sinceras e, muitas vezes, bastante úteis se você não entendeu ou não gostou de determinado filme, ou se está querendo decidir se vai assistir ou não.

Listas
Para quem é control freak, o Filmow permite a criação (e visualização) de listas de qualquer tipo. Alguns exemplos que eu vi são:
- Oscar de melhor filme
- Um curta para cada dia do ano
- Documentários que vão expandir sua visão do mundo
- Psicologia
- Nerd movies
Há a opção de você visualizá-las por sua popularidade ou ver os destaques que o Filmow escolheu.
Elas também podem ser públicas, privadas ou exibíveis apenas para amigos.
Eu tenho procurado (e falhado miseravelmente, rs) assistir aos indicados a melhor filme no Oscar. Achei ótimo conseguir ter uma noção, de modo bem visual mesmo, como está a minha “situação” (nesse caso, eu vi 48 de 484 filmes dessa lista, argh!).

 
Curtiu? =) Cria uma conta lá e me adiciona! \o/

Totoro em Toy Story 3

6 de junho de 2010 - domingo - 14:03h   •   Categoria(s): Cultura japonesa

Já que eu venho falando direto de Totoro… Fiquei sabendo que ele aparece no filme Toy Story 3, numa participação rápida, segundo o que li por aí na internet.

Esse vídeo foi o único que eu consegui achar pra incorporar no blog, e tem uns 12 segundos iniciais de “nada”.
O Totoro aparece aos 0:53. =)

O trailer bom, que não dá pra incorporar está aqui.

Tonari No Totoro

30 de maio de 2010 - domingo - 20:50h   •   Categoria(s): Cultura japonesa

Tonari No Totoro (となりのトトロ – Meu vizinho Totoro) é um filme de anime japonês feito em 1988, escrito e dirigido por Hayao Miyazaki e produzido pelo Studio Ghibli.
Os trabalhos conhecidos de Miyazaki aqui no Brasil são A Viagem de Chihiro (千と千尋の神隠し – Sen to Chihiro no kamikakushi) e Princesa Mononoke (もののけ姫 – Mononoke-hime).

Esse desenho é considerado um clássico dentro da colônia japa. Todo descendente que foi criado razoavelmente dentro da cultura assistiu Tonari No Totoro quando era criança. E reassistiu depois que cresceu.
Eu particularmente tenho vontade de chorar toda vez que escuto a música tema! =)

História:
Em 1958, um professor universitário muda-se com suas 2 filhas, Satsuki e Mei, para uma casa velha no interior do Japão, numa área rural, para ficar perto do hospital onde sua esposa, mãe das meninas, está se recuperando há muito tempo de uma doença.
Um dia, enquanto brinca ao redor da casa, Mei se depara com uma pequena criatura, que fica invisível assim que percebe que foi vista pela garotinha. Perseguindo este pequeno e estranho ser, Mei acaba por conhecer um Totoro de proporções gigantescas.

Uma coisa de que eu me arrependo é de não ter comprado um Totoro de pelúcia quando viajei pro Nihon. Aqui no Brasil, na Liberdade, até deve ter, mas não é a mesma coisa, né!
Mas o que com certeza não tem por aqui é o quebra-cabeça que eu comprei em Akihabara. =)20100530_001Ainda não montei, rs…

Quem quiser baixar, tem vários links de torrents aqui. Só não vou conseguir recomendar legenda direito por 2 razões… Uma é que eu resolvi que dessa vez eu quero ver sem legenda, e outra que a maioria das legendas estão sem sincronismo. Mas vocês podem tentar baixar uma delas e ver qual fica certinha.
Não deixem de ver! É muito fofo!

Ps: Eu sei que vocês sabem, mas só pra ter certeza, a pronúncia de Mononoke-hime é [mononokê-himê] e não [mononóqui rími], ok? ^_~

Hachikō

27 de dezembro de 2009 - domingo - 23:49h   •   Categoria(s): Cultura japonesa

Texto copiado quase que integralmente do Wikipedia:

Hachikō [rátchiko] (ハチ公) foi um cachorro da raça Akita nascido na cidade de Ōdate, na Prefeitura de Akita, e é lembrado pela sua lealdade pelo dono, que perdurou mesmo após sua morte.
Em 1924 Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante Estação de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume. Ueno sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais retornando à estação onde sempre o esperara Hachikō.
Hachikō foi dado a outra pessoa após a morte de seu mestre, mas ele escapava constantemente, aparecendo diversas vezes em sua antiga casa. Depois de certo tempo, Hachikō aparentemente se deu conta de que o Professor Ueno não mais morava ali. Então tornou a procurar na estação de trem onde o encontrara diversas vezes antes. Dia após dia, em meio aos apressados passageiros, Hachikō esperava pelo retorno de seu amigo.
A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachikō e Professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.
Por 10 anos contínuos Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.
Hachikō morreu em 8 de março de 1935. Seus restos mortais estão em guarda do Museu Nacional de Ciência do Japão em Ueno, Tóquio.

Antes de ir visitar o Japão, em março, eu cheguei a ler a história desse cão, já que não é só de shoppings e gyarus que Shibuya é feita, hehehe.
Logo na saída mais movimentada da estação de Shibuya, há uma pequena praça, com uma estátua em homenagem ao Hachikō.
A visão de rua do Google Maps não consegue “entrar” nessa praça, então a que eu passei no link é a mais próxima que vocês podem ter.
Oooou, tem a foto que eu tirei, euhehe. Além das imagens de internet, é claro… ¬¬
Por que eu resolvi escrever sobre esse assunto? Porque qualquer semelhança com o filme do Richard Gere é mera cópia de uma bela e triste história originada na sociedade japonesa.
Btw, eu não assisti o filme original sobre Hachikō.

Comentando Livros #18

2 de setembro de 2007 - domingo - 22:47h   •   Categoria(s): Comentando Livros

Título: O Diário da Princesa
Autor: Meg Cabot
Ano: 2000
Descrição: Mia é uma adolescente como qualquer outra mas, um belo dia, sua vida vira de cabeça para baixo. Normalmente ela só vê o pai no Natal. O pai é na realidade um príncipe, e descobre que não pode ter mais filhos. Mia torna-se a única herdeira do trono de Genovia, transformando-se numa celebridade. Mas descobre que a vida de uma princesa pode ser muito dura.
Escala-Lia:
Comentário: Hum, achei meio bobinho demais, adolescente demais. Assisti o filme depois e preferi. Não quis continuar lendo as continuações. Ainda bem que foi alugado e não comprado.
Aliás, acho que não gosto de livros em formato de diário.