No fim do ano passado, alguns colegas japoneses do ジュリオ voltaram pro Japão pra passar lá as festividades. E ele perguntou se alguém queria alguma coisa de lá, mas que fosse algo pequeno e tranquilo pra trazer.
Primeira coisa que eu pensei: DVD da turnê de 2009 do EXILE!!! Hehehe.
Como andou meio difícil de eu e o ジュリオ nos encontrarmos, ele só conseguiu me entregar hoje, no casamento da Sayuri.Legal dos encartes de CD’s e DVD’s japas é que tem as letras das músicas. Não que eu vá ficar manuseando (porque estraga, hahaha), mas é legal mesmo assim, hehehe. …E tem fotinhos também, huhuhu. São 2 discos pro show inteiro. Acho que não preciso dizer pra vocês que passei mal, né?
No canal da avex network tem vários trechinhos desse DVD. Segue o Someday, basiquíssimo.
3 de março de 2010 - quarta-feira - 21:12h • Categoria(s): Comentando Livros
Título: Womandsword – What Japanese words say about women Autor: Kittredge Cherry Ano: 1987 Descrição: Womansword is an insightful look at Japanese words concerning women and what they reveal about the status of women in modern Japan. In a collection of short, lively essays, author Kittredge Cherry considers the connotations, usage, and context of several hundred common words and phrases related to female identity, girlhood, marriage, mothering, working, sex, and aging. These Japanese words offer a new perspective on issues that are central to the lives of women everywhere.
We learn, for instance, that an “intruder wife” is one who snags a husband by cooking for him every night, cleaning up for him, and generally coddling him till he realizes he can’t live without her (but who lets him do the actual proposing); that Barbie didn’t sell well in Japan till she was transformed into a cuter, shorter, less glamorous, younger version; that families with no sons to carry on the family name sometimes “adopt” one by marrying their daughter to a man who agrees to take their name, join their household, and generally adapt to their ways; that “honorable bag” (ofukuro) is an affectionate term a son may use to refer informally to his mother; and that people do not usually greet close relatives — even after a long separation — with a hug, but with a bow.
Womansword is a thought-provoking book that paints a vivid picture of contemporary Japanese women, in all their layered and often contradictory roles. Escala-Lia: Comentário: Leram a descrição? Sim, está em inglês porque o livro é em inglês. Mas leiam. Vale a pena. =)
Eu estava zanzando na biblioteca da Fundação Japão quando dei de cara com esse livro e fiquei curiosíssima ao ver do que se tratava. Ele parecia perfeito para quem estava estudando nihongo e conhecia o suficiente da cultura japonesa para que informações superficiais já não fossem mais tão atraentes.
Uma vez um colega do trabalho me disse assim: “Não adianta você aprender um idioma e não querer aprender também sobre a cultura do país, porque o idioma reflete a cultura, na estrutura das palavras, nas expressões que você vai aprender…” Este livro é uma forma de você conhecer como a cultura do povo japonês gerou determinadas palavras relacionadas à mulher, sem precisar estudar o idioma.
O livro não é tão atual, portanto mostra alguns aspectos sociais que já não são tão fortes hoje como eram na época. Mas é uma ótima forma de se ter um overview do que é ser mulher na sociedade japonesa.
A Biblioteca da Fundação Japão fica na Avenida Paulista, 37 – 2º andar – São Paulo. O metrô mais próximo é a estação Brigadeiro, da Linha Verde.
Kinkakuji ou Kinkaku-ji (Templo do Pavilhão Dourado) situa-se na cidade de Kyōto, no Japão. Foi construído em 1397, no Período Muromachi, para servir de local de descanso para o shogun Ashikaga Yoshimitsu.Toda a torre, exceto o andar térreo, é coberto por folhas de ouro puro. No seu telhado, há uma fênix chinesa.O Kinkakuji é simplesmente um dos pontos obrigatórios pra quem vai passear no Japão.Eu fui na época da primavera (aliás, já já vai fazer 1 ano que eu e o Doug viajamos pra lá), mas o Kinkakuji fica especialmente bonito durante o inverno, com a neve cobrindo tudo, numa combinação do branco com dourado.
16 de fevereiro de 2010 - terça-feira - 23:10h • Categoria(s): Cultura japonesa, Japão
Esse vídeo ficou muito “famoso” entre meus amigos uns 3 anos atrás. Eu passo mal de rir até hoje.
Nele são citadas diversas províncias japonesas, que são usadas como tema para a comédia.
Imagina o quanto eu e o Doug não nos divertimos lembrando desse vídeo quando viajamos para o Japão…
E não é necessário saber nihongo pra assistir. E a parte que você realmente não entender nadica de nada, não é pra entender mesmo. Haha!
Todoufuken = とどうふけん = 都道府県
Segundo o Wikipedia:
“The prefectures of Japan are the country’s 47 subnational jurisdictions: one “metropolis” (都 to), Tokyo; one “circuit” (道 dō), Hokkaidō; two urban prefectures (府 fu), Osaka and Kyoto; and 43 other prefectures (県 ken). In Japanese, they are commonly referred to as todōfuken (都道府県?). Prefectures are governmental bodies larger than cities, towns, and villages.”
No dia 11/10/09, eu postei fotos de um monte de chaveirinhos da Hello Kitty que eu tinha comprado no Japão. Eu cheguei falar sobre os chaveiros de boas vindas e de Shibuya. Depois de muito tempo, estou dando continuação ao assunto…h.Naoto (エイチ・ナオト [eiti naôto]) é um avant-garde fashion designer japonês, cujo estilo de roupas e acessórios é voltado para o punk rock e gótico-lolita (gothic-lolita, gothloli, gosurori).
Hirooka Naoto (廣岡直人) nasceu em 1978, na província de Hyogo. Graduou-se na Bunka Fashion College (Wikipedia) em Tokyo, e em 1999 se juntou à S-inc. e lançou sua própria marca, h.NAOTO, na Primavera de 2000.
Algumas de suas roupas expostas neste site, de onde tirei as fotos abaixo.
Seu trabalho ganhou conhecimento internacional com o vestido usado pela Amy Lee do Evanescence no Grammy Awards de 2004.
Além deste chaveiro, eu comprei uma lapiseira idêntica, e por coincidência, ganhei um outro chaveiro naquelas maquininhas de bolinha de ¥300.
Lia Fugita
28 anos
2 de abril de 1981
1,60m, 48~50 kg
cabelos castanhos
olhos pretos
Graduação em Engenharia de Materiais, 2004.
Pós em Economia, 2008.
São Paulo, SP. Mais???