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Chaveirinhos da Hello Kitty – Todaiji

8 de maio de 2010 - sábado - 14:17h   •   Categoria(s): Cultura japonesa

Todaiji ou Tōdai-ji (東大寺 – Grande Templo do Leste) é um templo budista localizado na cidade de Nara, no Japão. O daibutsuden (大仏殿 – Hall do Grande Buda) é a maior construção de madeira do mundo, e abriga o Grande Buda, chamado pelos japoneses de Daibutsu (大仏).
Foi construído no Século VIII.
O que impressiona no Todaiji não é só a beleza ou a importância histórica/cultural, mas também o tamanho. Reparem ao fundo, as portas do edifício, e vejam como as pessoas parecem formiguinhas.
Dando um zoom somente em uma das portas, dá pra se ter noção da grandeza do lugar.
Imagino que todo mundo que visita o Todaiji tenha dificuldades para conseguir mostrar em foto o quão gigantesco é o Daibutsu. Na foto abaixo, estou eu no canto esquerdo e mais 2 pessoas, perto do “muro” branco. Percebem que este muro é mais alto que um ser humano, certo? Notem também a cerquinha de madeira vermelha logo em cima.
As medidas do Buda são:
Altura: 14,98 m
Rosto: 5,33 m
Olhos: 1,02 m
Nariz: 0,5 m
Orelhas: 2,54 m
Na época, eu dizia que a mão do Buda devia ser da minha altura, achando que o Buda era tão grande que podia se comparar ao meu extraordinário tamanho. Haha, tolinha… Essa mão deve ter pelo menos o dobro da minha altura!
Como eu não achei nenhuma figura que prestasse na internet, eu tirei foto de um desenho que tem no meu guia sobre o Japão, que mostra a estrutura do prédio e do Buda. Lembram do muro branco e da cerquinha vermelha, logo em frente à estátua? Estão vendo também no desenho? Agora dá pra ter uma breve noção do tamanho, né?

Punta Cana – comprinhas

28 de abril de 2010 - quarta-feira - 21:21h   •   Categoria(s): Viagens

Porque não só de passeios e belas paisagens que vive um turista, né? ^_~

A bebida típica da região, como vocês devem imaginar, é o rum.
A marca mais famosa é a Brugal. Segundo eles mesmos, “O nosso preferido é hoje admirado pelo mundo”. E aí tem as variações de acordo com a idade, a pureza, sabor: Blanco, Carta Dorada, Añejo, Extra Viejo e Titanium.
Eu comprei o Blanco mesmo.
Um outro rum que era muito bebido e muito falado era a Mamajuana. Além do rum propriamente dito, tem mel e ervas. Dizem que é afrodisíaca, que tem efeitos similares ao do Viagra, hehehe.
Eu comprei uma caixinha com 6. Já dei 4 de presente e pretendo manter uma pra mim, rs.

Na República Dominicana também se fabricam charutos artesanalmente. Apesar de não curtir muito charutos, comprei uma caixinha dos mini de baunilha.

Há também, dentre as coisas típicas, uma pedra chamada larimar. Ela é encontrada somente na República Dominicana e foi descoberta em 1974. Chama-se larimar porque o nome da filha do descobridor era Larissa, e por ter a cor da água do Mar do Caribe, onde foi encontrada.
Eu comprei um par de brincos, com a pedra bem pequenininha.

De resto, comprei algumas coisas “pop”, não-típicas.
Tipo, quando eu era adolescente, sempre via os boyzinhos e as pattyzinhas da minha sala virem com aquelas camisetas basiconas da Hard Rock de Los Angeles, Miami, Orlando, a puta-que-o-pariu, e morria de inveja.
Hoje eu acho até meio brega querer mostrar que foi pro exterior ostentando alguma coisa da Hard Rock… mas pô, eu sou noob, dá um desconto, é minha primeira vez, hehe.
Pelo menos eu não comprei aquela camiseta branca com o símbolo em marrom e amarelo. rs…
E uma caneca, porque eu estou começando a gostar de canecas… =P
E buttons, só pra fazer uma pressão distreta…
Essa bolsa, putz, me apaixonei por ela assim que eu vi. Tinha também em branco e rosa.No frixóp, já no Brasil, comprei uns perfumes de encomenda…
… e também alguns itens “bunda”, tipo rímel, demaquilante, chiclete e chocolate Lindt, hehehe.
Essa lata é só de bombons ao leite e com avelã.

Caribe Aventura – Punta Cana

26 de abril de 2010 - segunda-feira - 20:16h   •   Categoria(s): Viagens

O nome do 3º e último passeio que fizemos era Caribe Aventura. Ou Caribe Adventure, como quiserem.

Se vocês repararem, a praia do Bávaro (seta vermelha), do hotel onde me hospedei, é banhada pelo Oceano Atlântico. O Mar do Caribe mesmo, é mais pro sul da Ilha Hispaniola.
Este passeio foi o que nos levou pra conhecer o Mar do Caribe. De busão fretado, fomos pra Bayahibe, que está indicado na figura de cima (ponto A).
Em Bayahibe, embarcamos em um catamarán.
Aí rolaram aquelas coisas básicas, tal, tipo aprender a dançar, bebidas e nadar em piscinas naturais. Básico, sabe? rsrs…

Uma das partes diferentes do passeio foi ter visitado um banco de areia formado no meio do mar. Foi bizarro olhar prum lado e ver água, olhar pro outro e ver mais água, e de repente ver pessoas “andando na água”!
Esse banco de areia se formou devido à passagem do furacão Georges, em Setembro de 1998.
Saindo da área delimitada pelo banco (parte mais clara da foto abaixo), em poucos passos a profundidade aumentava muito!
Dá pra ver a parte mais clara bem na minha frente?
Nesse banco de areia também tinha algumas estrelas e conchas. E a areia também tinha muito cascalho, de corais mortos.
Impressionante o que um desastre natural conseguiu fazer, não?

E… vocês se impressionaram com as cores da água dos posts anteriores? Todas eram Atlântico.
Mas todas DESTE post são Mar do Caribe, com destaque pra essas de baixo.

Não, essa cor não é mentira. Eu vi coesse zóio que a terra há di cumê!

E sabe quando falam “azul marinho”? ISSO é azul marinho! Literalmente, verdadeiramente, azul marinho!

Na volta, o busão ainda passou num mercadinho onde podíamos comprar coisinhas típicas.
Mas a parte de compras fica pro próximo post! =)

Seaquarium – Punta Cana

25 de abril de 2010 - domingo - 14:33h   •   Categoria(s): Viagens

O segundo passeio que eu fiz chamava-se Seaquarium.
Não reparem na qualidade de algumas “fotos”. Elas foram printscreenzadas de um vídeo que foi gravado por um profissional durante todo o passeio.

A primeira atividade foi ver a apresentação do leão marinho Wally.
Dentre os diversos truques que ele fazia, tinha bater palmas, cantar, mostrar a força…
Sorrir, mostrar a língua pro treinador…
Dançar, e beijar a boca do treinardor.
Como a cada truque que ele fazia, ganhava um peixe de recompensa, o leão-marinho tinha um bafo, huehe, que eu vou te falar. Meu rosto ficou cheirando peixe mastigado, hoho. Mas essa cara aí de baixo não é de nojo não… É um sorriso malfeito mesmo.
Em seguida fomos para um barco, que nos levou até uma plataforma e ficou estacionado junto dela.

Dessa plataforma, fizemos uma espécie de mergulho com um capacete que alimentava oxigênio através de um tubo que vinha da superfície. O “traje” era só o capacete mesmo.
Antes de descermos pra água, deu um certo medinho mesmo. “E se o capacete subir? E se a água entrar? E se faltar oxigênio?”
Mas não tinha nada disso. O capacete pesava 30 kg fora da água e 8 kg dentro. Era apoiado no ombro e podíamos respirar normalmente, pelo nariz e tal.
Peixes passando na frente da câmera…
Era literalmente uma caminhada no fundo do mar. Tinha corrimão e tal, pra dar mais firmeza pra andar.
Na foto abaixo, é o fim da caminhada, subindo pela escada da plataforma.
Em seguida, coisas básicas tipo aprender a dançar merengue e bachata. A moça negra da frente era uma das guias que estava ensinando pra esse bando de estrangeiro do corpo duro, rs…
E paramos em uma piscina natural.
A água era transparentíssima, no nível da cintura. Debaixo do sol, com a música vindo do barco. Na foto abaixo, um outro guia, distribuindo rum.
Sim, era balada mesmo!! rs…

Punta Cana – música dominicana

21 de abril de 2010 - quarta-feira - 14:27h   •   Categoria(s): Viagens

As músicas típicas da República Dominicana são o merengue e a bachata [batcháta].
Pra ouvidos leigos como o meu, um modo fácil de perceber a diferença destes 2 gêneros é pela velocidade do ritmo. Enquanto o merengue é rápido e enérgico, a bachata é mais lenta, como se fosse um belo lamento de amor.

O merengue se originou na República Dominicana no fim do Século XIX e a origem da palavra remonta à época colonial, proveniente do nome dado aos bailes entre algumas das culturas africanas trazidas do Guiné (oeste da África).
O grupo do vídeo, Los Hermanos Rosario, é uma orquestra dominicana de merengue, surgido em 1978, da cidade dominicana de Higüey.

A bachata, por sua vez, “nasceu” em 1962, também na República Dominicana. É considerada um híbrido do bolero com outras influências musicais africanas e estilos como tango.
Um dos grupos mais famosos de bachata atualmente é o Aventura, surgido em 1994. Formado por 4 jovens nascidos americanos, porém de raízes dominicanas, o estilo musical deles é diferente dos demais bachateros por causa da influência do R&B na sua música.

Aproveitando o post sobre música, teve uma que simplesmente grudou no meu cérebro durante a viagem. Não se encaixa em nenhum dos gêneros citados acima. Chama-se ¿Qué Tengo Que Hacer?, lançado por um cantor chamado Omega “El Fuerte”. É na verdade uma regravação e remixagem do original do Daddy Yankee (2009).
Essa música tocou durante a viagem inteira! Todos os dias! Onde quer que eu estivesse: piscina do hotel, busão do passeio, barco ou loja de shopping. No 3º ou 4º dia, eu já conseguia até cantar o refrão…
Eu acho que não tem clipe, e não reparem no “bicho bunítchu” que o moço é… O que vale é a música, rs, que por acaso já está no meu iPod.

O original do Daddy Yankee está aqui, que também é muito boa, mas não tem a energia da regravação.

A grande maioria das informações, eu peguei no Wikipedia. Se quiser saber mais, seguem alguns links:
Merengue
Bachata
Los Hermanos Rosario (em espanhol)
Grupo Aventura (em espanhol)