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Bienal do Livro – 2010

16 de agosto de 2010 - segunda-feira - 21:46h   •   Categoria(s): Cotidiano

Sábado eu fui na Bienal do Livro que está tendo aqui em São Paulo.

Lia + 60 mil m² de livros = piripaque.

Não, mentira. Até que eu me comportei bem. Fomos eu e a Sayaka. Entramos às 11:00h e saímos de lá às 18:30h. Tirando aproximadamente 1h30 de fila que pegamos para pagar os livros que comprávamos, até que não tá tão ruim ter percorrido 14 ruas de estandes em 6 horas. rs…
Resultado: 11 livros comprados.

Ah, não foi muito, vai! Em se tratando de Lia e talz…

Bom, de cima pra baixo, foram estes os livros:
Carrie, A Estranha – Stephen King: Tinham vários livros do Stephen King em promoção, e a Sayaka #siacabou comprando uns 5. Apesar de eu gostar bastante também do autor, eu fui só de 1, pocketzinho.
A Droga da Obediência – Pedro Bandeira: Quem não teve a pré-adolescência marcada pelas histórias dos Karas? Eu tava faz tempo querendo reler esse livro.
A Droga do Amor – Pedro Bandeira: Cheguei a ler esse também, mas não os seguintes. Aproveitei e comprei todos! rs…
Droga de Americana! – Pedro Bandeira
Pântano de Sangue – Pedro Bandeira
Anjo da Morte – Pedro Bandeira
O Pau – Fernanda Young: A capa é mais chocante que o título, hahaha! Mas lendo a contracapa, achei bem interessante. A Sayaka comprou também.
Comédias Brasileiras de Verão – Luis Fernando Verissimo: acho que li todos os outros coloridinhos dele. Se não tenho, eu pedi emprestado.
Mentes Perigosas – Ana Beatriz B. Silva: Ah, tava lá, do lado, perto dos outros livros que eu tava pegando. Foi junto na leva! rsrs…
A Batalha do Apocalipse – Eduardo Spohr: Já tinha lido a sinopse e achado muito legal. Tava vendendo que nem água.
Dragões de Éter vol. 1 – Raphael Draccon: Último dos livros comprados, Sayaka também comprou. Estávamos esgotadas e nem quisemos pedir autógrafo do autor, que estava lá no estande, hihi.

Foi isso! =)

No Twitter, dos que tentaram adivinhar quantos livros eu tinha comprado, quem chegou mais perto foi a Ludmila, que chutou que eu tinha comprado 12 livros. ^_^

Comentando Livros #35

13 de dezembro de 2009 - domingo - 13:10h   •   Categoria(s): Comentando Livros

Título: O Mundo é Bárbaro
Autor:
Luis Fernando Verissimo
Ano:
2008
Descrição:
Escolhidas num universo de 500 textos, estas crônicas discutem a ascensão chinesa, a guerra contra o terror, a candidatura de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos e o passado e o futuro do Brasil e da América Latina. Simultaneamente, fazem um raio-x do comportamento do homem contemporâneo.
Escala-Lia:

Comentário:
Pra quem já leu praticamente todos aqueles livrinhos coloridinhos de crônicas do Verissimo, confesso que me senti meio burra com esse. São textos com outro enfoque, de cunho sócio-político-econômico-cultural-etc, que os deixam mais densos e sóbrios. As ironias são mais sutis, com um tom de crítica. A nota 4 é por motivos puramente pessoais e subjetivos, heh.

Comentando Livros #01

11 de janeiro de 2006 - quarta-feira - 21:43h   •   Categoria(s): Comentando Livros

Título: O Jardim do Diabo
Autor: Luis Fernando Veríssimo
Ano: 1988
Descrição: O Jardim do Diabo, romance de Luis Fernando Veríssimo, é um thriller bem-humorado e inteligente. Uma mulher é encontrada esfaqueada em seu quarto – na parede, escritas com sangue da vítima, palavras em grego. É isso que o inspetor Macieira conta a Estevão, um escritor de histórias policiais, sempre assinadas com um pseudônimo americano. O inspetor Macieira vai atrás de Estevão por um detalhe – a cena do crime é exatamente igual à descrita por ele em seu último romance. O assassinato, no entanto, ocorreu antes de o livro ser lançado. A partir dessa visita, os dias monótonos de Estevão começam a ser invadidos por seus personagens. Vida e ficção passam então a disputar um jogo fascinante do qual o leitor é grande testemunha. Com seu proverbial humor, Veríssimo nos envolve numa divertida trama, cheia de referências policiais e recursos de metalinguagem.
Escala-Lia:
Comentário: Começo com o pé na porta. Não me sinto nada à vontade em criticar LF Veríssimo, mas não, não gostei desse livro. Tenho certeza de que não entendi a sua proposta. Eu li a edição de 1988, mas não acredito que seja diferença de versões. O que me conforta é o fato de que pessoas às vezes não gostam daquilo que não conhecem ou não entendem. Como Kill Bill, por exemplo. Conversei com gente que disse ter detestado o filme, mas eu percebi que elas simplesmente não o entenderam.
O modo como Veríssimo trabalha os 3 “cenários” (passado, presente e ficção) é ótimo! Parece mais ou menos como nossa mente funciona, quando passa de um pensamento a outro. Mas fora isso, a sensação que tenho é de que perdi a piada.