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Totoro em Toy Story 3

6 de junho de 2010 - domingo - 14:03h   •   Categoria(s): Cultura japonesa

Já que eu venho falando direto de Totoro… Fiquei sabendo que ele aparece no filme Toy Story 3, numa participação rápida, segundo o que li por aí na internet.

Esse vídeo foi o único que eu consegui achar pra incorporar no blog, e tem uns 12 segundos iniciais de “nada”.
O Totoro aparece aos 0:53. =)

O trailer bom, que não dá pra incorporar está aqui.

Tonari No Totoro

30 de maio de 2010 - domingo - 20:50h   •   Categoria(s): Cultura japonesa

Tonari No Totoro (となりのトトロ – Meu vizinho Totoro) é um filme de anime japonês feito em 1988, escrito e dirigido por Hayao Miyazaki e produzido pelo Studio Ghibli.
Os trabalhos conhecidos de Miyazaki aqui no Brasil são A Viagem de Chihiro (千と千尋の神隠し – Sen to Chihiro no kamikakushi) e Princesa Mononoke (もののけ姫 – Mononoke-hime).

Esse desenho é considerado um clássico dentro da colônia japa. Todo descendente que foi criado razoavelmente dentro da cultura assistiu Tonari No Totoro quando era criança. E reassistiu depois que cresceu.
Eu particularmente tenho vontade de chorar toda vez que escuto a música tema! =)

História:
Em 1958, um professor universitário muda-se com suas 2 filhas, Satsuki e Mei, para uma casa velha no interior do Japão, numa área rural, para ficar perto do hospital onde sua esposa, mãe das meninas, está se recuperando há muito tempo de uma doença.
Um dia, enquanto brinca ao redor da casa, Mei se depara com uma pequena criatura, que fica invisível assim que percebe que foi vista pela garotinha. Perseguindo este pequeno e estranho ser, Mei acaba por conhecer um Totoro de proporções gigantescas.

Uma coisa de que eu me arrependo é de não ter comprado um Totoro de pelúcia quando viajei pro Nihon. Aqui no Brasil, na Liberdade, até deve ter, mas não é a mesma coisa, né!
Mas o que com certeza não tem por aqui é o quebra-cabeça que eu comprei em Akihabara. =)20100530_001Ainda não montei, rs…

Quem quiser baixar, tem vários links de torrents aqui. Só não vou conseguir recomendar legenda direito por 2 razões… Uma é que eu resolvi que dessa vez eu quero ver sem legenda, e outra que a maioria das legendas estão sem sincronismo. Mas vocês podem tentar baixar uma delas e ver qual fica certinha.
Não deixem de ver! É muito fofo!

Ps: Eu sei que vocês sabem, mas só pra ter certeza, a pronúncia de Mononoke-hime é [mononokê-himê] e não [mononóqui rími], ok? ^_~

Adoro gatos

2 de maio de 2010 - domingo - 17:23h   •   Categoria(s): Lia

Eu não faço a mínima ideia do motivo de eu gostar tanto de gatos.
Nunca tive um gatinho que fosse realmente meu, pois minha mãe nunca deixou. No máximo tinha alguns gatos na granja dos meus avós, quando eu morava com eles, até os 5 anos de idade.
Vida passada? Talvez eu tenha descendência egípcia? Sei lá!

Seguem alguns itens gatísticos aleatórios…:

1. As partes que eu acho mais fofas em gatos são o desenho dos olhos deles quando estão fechados e as suas patinhas.

2. Se um dia você estiver me dando carona, e eu avistar um gato na rua, não repare se eu der um escândalo gritando “Gaaaaaaaaatuuuuuuuuhhh” na sua orelha. Não se assuste, mantenha a calma e não bata o carro, rs.

3. Talvez, um dos gatos mais fofos que eu já vi no youtube foi o Koma, do usuário mumucoma. Adoro gato laranja, adoro orelhas dobradinhas, passo mal com aquelas perninhas curtas e acho sem noção a habilidade dele ficar de pezinho! =)

4. Obviamente, eu visito sempre o I Can Has Cheezburger.

5. Eu acredito seriamente que o destino da humanidade será definida por uma batalha épica.

6. Mas infelizmente, os únicos gatos que eu tenho são os que ficam esquentando a bundinha no conversor da NET.

Punta Cana – música dominicana

21 de abril de 2010 - quarta-feira - 14:27h   •   Categoria(s): Viagens

As músicas típicas da República Dominicana são o merengue e a bachata [batcháta].
Pra ouvidos leigos como o meu, um modo fácil de perceber a diferença destes 2 gêneros é pela velocidade do ritmo. Enquanto o merengue é rápido e enérgico, a bachata é mais lenta, como se fosse um belo lamento de amor.

O merengue se originou na República Dominicana no fim do Século XIX e a origem da palavra remonta à época colonial, proveniente do nome dado aos bailes entre algumas das culturas africanas trazidas do Guiné (oeste da África).
O grupo do vídeo, Los Hermanos Rosario, é uma orquestra dominicana de merengue, surgido em 1978, da cidade dominicana de Higüey.

A bachata, por sua vez, “nasceu” em 1962, também na República Dominicana. É considerada um híbrido do bolero com outras influências musicais africanas e estilos como tango.
Um dos grupos mais famosos de bachata atualmente é o Aventura, surgido em 1994. Formado por 4 jovens nascidos americanos, porém de raízes dominicanas, o estilo musical deles é diferente dos demais bachateros por causa da influência do R&B na sua música.

Aproveitando o post sobre música, teve uma que simplesmente grudou no meu cérebro durante a viagem. Não se encaixa em nenhum dos gêneros citados acima. Chama-se ¿Qué Tengo Que Hacer?, lançado por um cantor chamado Omega “El Fuerte”. É na verdade uma regravação e remixagem do original do Daddy Yankee (2009).
Essa música tocou durante a viagem inteira! Todos os dias! Onde quer que eu estivesse: piscina do hotel, busão do passeio, barco ou loja de shopping. No 3º ou 4º dia, eu já conseguia até cantar o refrão…
Eu acho que não tem clipe, e não reparem no “bicho bunítchu” que o moço é… O que vale é a música, rs, que por acaso já está no meu iPod.

O original do Daddy Yankee está aqui, que também é muito boa, mas não tem a energia da regravação.

A grande maioria das informações, eu peguei no Wikipedia. Se quiser saber mais, seguem alguns links:
Merengue
Bachata
Los Hermanos Rosario (em espanhol)
Grupo Aventura (em espanhol)

Hora do Planeta

27 de março de 2010 - sábado - 13:39h   •   Categoria(s): Shuffling

Hoje, dia 27 de março, das 20:30h às 21:30h, acontecerá a Hora do Planeta, onde quem for participar, apagará as luzes durante 1 hora, como forma de demonstrar preocupação com o aquecimento global.

Por que eu tenho que participar dessa baboseira?
Por que eu vou ficar me preocupando com o tal do aquecimento global e deixar de assistir a minha novela? Não posso nem ficar na internet?
E se eu estiver no cinema, o que vai acontecer? Posso ter meu ingresso de volta?
E se eu estiver dentro de uma loja? Vou ser obrigado a ficar no escuro ou à meia luz?

Já faz alguns anos que se vem falando dessa história de meio ambiente, sustentabilidade, de preservação do Planeta. Esse blablablá todo não é novidade.
Mas na minha opinião, isso é coisa pra essa gente nobre, que se diz ser mais esclarecida, espiritualmente mais evoluída… ou para as entidades e empresas que querem pagar de bonitonas, mostrando uma imagem boa, mas que no fundo, se importam mesmo é com o lucro.
Não me venham encher o saco.
Que nem essa história de reciclagem… Tem perda de tempo maior do que ficar separando lixo??? Babaquice total! Põe tudo num lugar só e deixa a minha vida em paz porque eu tenho mais o que fazer! Lixo pra mim deixa de ser problema meu a partir do momento em que ele sai da minha mão e vai para uma lata qualquer. Ou nem isso. Às vezes jogo na rua mesmo, afinal alguém tem que sustentar as famílias desses garis. De qualquer forma, o lixo vai ser recolhido por alguém que provavelmente eu nunca vou conhecer, vai ser transportado de uma maneira que eu tenho até uma vaga ideia e vai para um lugar que eu não tenho a mínima noção de onde possa ser. Lá, nesse lugar, eu nem sei o que vai acontecer com esse lixo, mas de uma coisa eu tenho certeza: ele não voltará a ser problema pra mim.

Pois é, não sei por que toda essa onda de demonstração de preocupação para com o próximo e tal. Se você não se importar com seu próprio umbigo, quem vai se importar? Se você não cuidar de si mesmo, duvido que alguém vá fazê-lo por você.
Por que eu tenho que passar aperto em metrô e ônibus se eu posso muito bem ter um carro que me proporcione conforto?
Por que eu preciso economizar água se eu posso pagar por ela?
Por que eu tenho que recolher o cocô do meu cachorro se existe espaço suficiente em quilômetros de calçada em São Paulo?
Por que eu tenho que me preocupar com a limpeza do assento da privada de um shopping / restaurante / balada se nenhuma mulher faria isso por mim?
E por que eu tenho que me preocupar com o fato de o petróleo acabar daqui a 50 anos se eu nem sei se vou estar viva até lá?

Hora do Planeta… ¬¬  hunf!

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Bom, não deu. Não consegui escrever um texto mais longo. Estava me dando agonia.
Por incrível que pareça, sim, tem gente que pensa da maneira descrita pelo texto acima. E infelizmente não são poucas não. É só parar para observar no dia-a-dia de vocês. Nos pequenos atos e fatos do cotidiano, a gente consegue perceber.

Eu acabei misturando um pouco o assunto da Hora do Planeta com um assunto mais abrangente e genérico, que é o comportamento egoísta das pessoas. Mas cada vez mais eu venho vendo que o grande mal do mundo está no fato de as pessoas só se importarem com as coisas que envolvem seu próprio umbigo. Não deixa de ser diferente quando se fala dos problemas ambientais.
Meu discurso tem esse tom pessimista porque realmente é o que eu vejo nos meus arredores. Não me sinto motivada para demonstrar esperança ou otimismo se, sinceramente falando, eu me sinto um tanto quanto solitária e insuficiente ao imaginar que posso “ajudar a mudar o mundo”.
Mas de algumas coisas eu sei… Eu separo meu lixo em papéis, metais e plásticos. Eu não deixo a torneira da pia aberta enquanto escovo os dentes. Eu tenho a opção de ir pro trabalho de metrô e o faço. E eu sou uma vela bem pequena, que tem a capacidade de acender outras poucas velas. Se eu não posso mudar o mundo, eu posso aconselhar o meu melhor amigo, o meu colega que senta do lado e os meus visitantes por quem eu tenho tanto carinho.

Eu não vou estar em casa hoje às 20:30h. Vou ter que me virar para achar um jeito de contribuir. Depois eu conto o que eu fiz.